Sua formação é o resultado da fossilização da resina do pinheiro (Pinus succinites) e por isso possui origem vegetal. Esta resina era uma proteção contra bactérias e insetos que atacavam as árvores.
Composição química: C10H16O
Dureza: 2 a 2,5 mohs
Dureza: 2 a 2,5 mohs
As variedades das cores do âmbar são inúmeras. Desde a “cor de mel” até o raríssimo azul. Encontramos também âmbar branco, amarelo, verde (raro) e também vermelho. As propriedades de transparência conferem a ele mais um diferencial em raridade, beleza e singularidade.
Devido à sua preciosidade, a procura pelo âmbar já era grande desde 1900 a.C. Deu-se origem então à Rota do Âmbar, ligando o Mar Báltico ao Mediterrâneo. Além disso, foram encontrados vestígios de âmbar em túmulos Egípcios de 3200 a.C.
O âmbar também participou de eventos científicos, como na experiência do matemático grego Thales de Mileto, que comprovou a eletricidade estática. Após a fricção do âmbar em um pano, ele percebeu que o mesmo atraia pequenos objetos. Por este motivo o âmbar é denominado em grego como elektron.
É possível encontrar conservados internamente no âmbar: folhas, flores e insetos (formigas, moscas, mosquitos, etc.). Eles são chamados de inclusões. Isto valoriza ainda mais o âmbar.
Propriedades terapêuticas: alívio de dores em geral.
Indicado para: artrite, artrose, problemas de circulação, reumatismo, tireóide, primeira dentição infantil (alívio para as dores), dor de garganta.
Nenhum comentário:
Postar um comentário