No século XVIII Carlos III, rei de Nápoles, encorajado pelo padre Rocco, dominicano seu conselheiro, transformou a realização do presépio numa prática do próprio monarca e da aristocracia.
Viu então a cidade desenvolver-se um refinado artesanato de fabricantes de instrumentos musicais, ceramistas, entalhadores, alfaiates dedicando-se com paciência beneditina a reproduzir, em proporções minúsculas, tudo quanto pode ocorrer na vida de um povo.
O rei incentivou a participação dos maiores escultores napolitanos nesse gênero, alcançando resultados muito originais e de grande qualidade.

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