quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Esclarecimento: Caros esse tópico tem por finalidade instruir na fé católica não objetiva ofender outras crenças religiosas. Negamos a divindade dos "deuses" expostos? Sim! Pois somos católicos e para nós só o Senhor é Deus! Temos a intenção de "magoar" protestantes? Não, esse é um tópico de instrução católica postado em uma pagina católica e para católicos. Deus abençoe a todos. Paz e bem!


AS PROCISSÕES CATÓLICAS SÃO BÍBLICAS

Esclarecimento: Caros esse tópico tem por finalidade instruir na fé católica não objetiva ofender outras crenças religiosas. Temos a intenção de "magoar" protestantes? Não, esse é um tópico de instrução católica postado em uma pagina católica e para católicos. Deus abençoe a todos. Paz e bem!

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

A história de uma santa mãe






Cada vez que leio a vida de um santo, tenho vontade de relatá-la aqui, mas acabo dando preferência a outra boa história ou a um tema que me recomendaram. Hoje, porém, vou enfocar uma maravilhosa personagem da nossa Igreja: Santa Mônica – famosa por ter sido mãe de Santo Agostinho e conseguido a plena conversão do filho.
Ela nasceu em Tagaste – África do Norte – no ano 332 e desejava dedicar-se à vida de oração e solidão, mas seus pais fizeram-na casar com Patrício – homem de gênio terrível, mulherengo, jogador e sem religião. Ele a fez sofrer por trinta anos, mas jamais levantou a mão contra ela. Tiveram três filhos: dois homens e uma mulher. Os dois menores foram sua alegria e consolo, mas Agostinho também a fez sofrer por dezenas de anos.

Naquela região, onde as pessoas eram muito agressivas, as demais esposas perguntavam a Mônica por que seu marido nunca a agredia. Ela respondia:‘Quando meu marido está mal humorado, me esforço para estar de bom humor e, quando ele grita, eu me calo. Como são necessários dois para brigar e eu não aceito a briga, não brigamos!’. Esta fórmula fez-se célebre no mundo e serviu a milhões de mulheres para manterem a paz em casa.

Embora Patrício criticasse as orações e generosidade da esposa, nunca se opunha que ela se dedicasse a estas boas obras. Mônica rezava, oferecia sacrifícios por seu marido e, no ano de 371, alcançou de Deus a graça de seu batismo. Um ano depois, ele morreu santamente, deixando a pobre viúva com o problema do filho mais velho, Agostinho.

Por ser extraordinariamente inteligente, Agostinho estudava filosofia, literatura e oratória na capital do estado, mas teve a desgraça de ver seu pai, quando vivo, não se interessar por seus progressos espirituais. Somente lhe importava que tirasse boas notas, que brilhasse nas festas sociais e que se sobressaísse nos exercícios físicos, mas, sobre a salvação de sua alma, não lhe ajudava em nada. E isso foi fatal para o filho, pois caiu de corpo e alma no pecado.

Quando o pai morreu, Agostinho tinha 17 anos e Mônica recebia notícias dizendo que o jovem levava uma vida nada santa. Aos 29 anos, o jovem decidiu ir à Itália dar aulas. Já era doutor e a mãe se propôs a ir junto para livrá-lo de todos os perigos morais. Ela se encontrou com o arcebispo Santo Ambrósio. Nele, viu um verdadeiro pai. Agostinho também ficou impressionado e começou a escutá-lo com profundo carinho e a mudar suas idéias da fé católica.

E aconteceu que no ano 387 Agostinho se propôs a mudar de vida. Deixou seus vícios e, na Festa da Ressurreição, fez-se batizar. Convertido, dispôs a voltar com a mãe e o irmão à sua terra, na África, mas, ela, que já tinha conseguido tudo o que queria na vida, morreu tranqüila aos 55 anos de idade. Milhares de mães e esposas encomendaram-se a Santa Mônica por todos estes séculos, pedindo que as ajude a converter seus maridos e filhos… e conseguiram milagres admiráveis!



Flávio Alves Rosário Filósofo 


Herdeiro espiritual de São Francisco de Assis, o Padre Pio de Pietrelcina foi o primeiro sacerdote a ter impresso sobre o seu corpo os estigmas da crucifixão. Ele é conhecido em todo mundo como o "Frei"estigmatizado.

O Padre Pio, a quem Deus deu dons particulares e carismas, se empenhou com todas as suas forças pela salvação das almas. Os muito testemunhos sobre a grande santidade do Frei, chegam até os nossos dias, acompanhados de sentimentos de gratidão. Suas intercessões providencias junto a Deus foram para muitos homens causa de cura do corpo e motivo de renovação do espírito.

O Padre Pio de Pietrelcina que se chamava Francesco Forgione, nasceu na Pietrelcina, num pequeno povo da Província de Benevento, em 25 de maio de 1887. Pertencia a uma família humilde tendo como pai Grazio Forgione e a mãe Maria Giuseppa Di Nunzio tinham outros filhos. Desde muito menino Francesco experimentou em si o desejo de consagrar-se totalmente a Deus e este desejo o distinguia de seus coetâneos. Tal "diferença" foi observada por seus parentes e amigos. Narra a mamãe Peppa: "Não cometeu nunca nenhuma falta, não tinha caprichos, sempre obedeceu a mim e a seu pai, a cada manhã e a cada tarde ia à igreja visitar a Jesus e a Virgem. Durante o dia não saia nunca com os seus companheiros. Às vezes eu dizia: - "Francì vá um pouco a brincar". Ele se negava dizendo: - "Não quero ir porque eles blasfemam". Do diário do Padre Agostinho de San Marco em Lamis, o qual foi um dos diretores espirituais do Padre Pio, soube que o Padre Pio, desde 1892 quando tinha apenas cinco anos, viveu já suas primeiras experiências místicas espirituais. Os Extasies e as aparições foram freqüentes, mas para o menino pareciam serem absolutamente normais.

Com o passar do tempo, realizou-se para Francesco o que foi o seu maior sonho: consagrar totalmente a sua vida a Deus.

Em 6 de janeiro de 1903, aos dezesseis anos, entrou como clérigo na ordem dos Capuchinhos. Foi ordenado sacerdote na Catedral de Benevento, a 10 de agosto de 1910. Teve assim início sua vida sacerdotal que por causa de suas condições precárias de saúde, se passou primeiro em muitos conventos da província de Benevento. Esteve em vários conventos por motivo de saúde, assim, a partir de 4 setembro de 1916 chegou ao convento de San Giovanni Rotondo, sobre o Gargano, onde ficou até 23 de setembro de 1968, dia de seu pranteado falecimento.

Nesse longo tempo o Padre Pio iniciava seus dias despertando-se a noite, muito antes da aurora, se dedicava a oração e com grande fervor aproveitando a solidão e silêncio da noite. Visitava diariamente por longas horas a Jesus Sacramentado, preparando-se à Santa Missa, e daí sempre tirou as forças necessárias, para seu grande trabalho com as almas, levando-as até Deus no Sacramento da Confissão. Atendia confissão por longas horas, até 14 horas diárias, e assim salvou muitas almas.

Um dos acontecimentos que marcou intensamente a vida do Padre Pio foi que se verificou na manhã do 20 de setembro de 1918, quando, rezando diante do Crucifixo do coro da velha e pequena igreja, o Padre Pio recebeu o maravilhoso presente dos estigmas. Os estigmas ou as feridas foram visíveis e ficaram abertas, frescas e sangrentas, por meio século. Este fenômeno extraordinário tornou a chamar, sobre o Padre Pio a atenção dos médicos, dos estudiosos, dos jornalistas, enfim sobre toda a gente comum que, no período de muitas décadas foram a San Giovanni Rotondo para encontrar o santo frade.

Numa carta ao Padre Benedetto, datada de 22 de outubro de 1918, o Padre Pio narra a sua "crucifixão": O que posso dizer aos que me perguntam como é que aconteceu a minha crucifixão? Meu Deus! Que confusão e que humilhação eu tenho o dever de manifestar o que Tu tendes feito nessa mesquinha criatura!"

Foi na manhã do 20 do mês passado ( setembro ) no coro, depois da celebração da Santa Missa, quando fui surpreendido pelo descanso do espírito, pareceu um doce sonho. Toso os sentidos interiores e exteriores, além das mesmas faculdades da alma, se encontraram numa quietude indescritível. Em tudo isso houve um silêncio em torno de mim e dentro de mim; senti em seguida uma grande paz e um abandono na completa privação de tudo e uma disposição na mesma rotina.

Tudo aconteceu num instante. E em quanto isso se passava, eu vi na minha frente um misterioso personagem parecido com aquele que tinha visto na tarde de 5 de agosto. Este era diferente do primeiro, porque tinha as mãos, o pés e o peito emanando sangue. A visão me aterrorizava, o que senti naquele instante em mim não sabia dizê-lo. Senti-me desfalecer e morreria, se Deus não tivesse intervindo sustentar o meu coração, o qual sentia saltar-me do peito. A visão do personagem desapareceu e dei-me conta de que minhas mãos, pés e peito foram feridos e jorravam sangue. Imaginais o suplício que experimentei então e que estou experimentando continuamente todos os dias. A ferida do coração, continuamente, sangra. Começa na quinta feira pela tarde até sábado. Meu pai, eu morro de dor pelo suplício e confusão que experimento no mais íntimo da alma. Temo morre en sangue, se Deus não ouvir os gemidos do meu pobre coração, e ter piedade de retirar de mim está situação..."

Durante anos, de todas as partes do mundo, os fiéis foram a este sacerdote estigmatizado, para conseguir a sua potente intercessão junto a Deus. Cinqüenta anos passados na oração, na humildade, no sofrimento e no sacrifício, de onde para atuar seu amor, o Padre Pio realizou duas iniciativas em duas direções: uma vertical até Deus com a fundação dos "Grupos de ruego", hoje chamados "grupos de oração"e outra horizontal até os irmãos, com a construção de um moderno hospital: "Casa Alívio do Sofrimento".

Em setembro os 1.968 milhares de devotos e filhos espirituais do Padre Pio se reuniram em um congresso em San Giovanni Rotondo para comemorar o 50 aniversário dos estigmas e celebrar o quarto congresso internacional dos Grupos de Oração. Ninguém imaginou que às 2h30 da madrugada do dia 23 de setembro de 1968, seria o doloroso final da vida do Padre Pio de Pietrelcina. Deste maravilhoso frei, escolhido pro Deus para derramar a sua Divina Misericórdia de uma maneira especial.

Conselhos e Lembranças





Santa Teresinha do Menino Jesus
Conselhos e Lembranças
Recolhidos por “Celina”
Irmã Genoveva da Santa Face
Irmã e Noviça de Santa Teresa do Menino Jesus
Edição Paulina – 1987 – 3ª Edição – 191 págs.






“Não ir ao purgatório”


Logo depois de minha entrada no Carmelo, pedi para ler a história dos Padres do deserto. Tomei algumas notas dentre as quais esta tocou a tal ponto minha querida Irmãzinha que sentiu não a ter introduzido em sua autobiografia e recomendou com insistência que a acrescentassem:
‘Uma pecadora chamada Paésia, desolava a região em que habitava por seus escândalos. Um padre do deserto, João Le Nain, foi procurá-la e exortando-a à penitência, ela lhe perguntou: Meu Pai, há ainda uma penitência para mim? – Sim, disse o santo, eu vos asseguro. – Conduzi-me, pois, aonde achardes bom para isso, replicou.
Logo, levantando-se, seguiu-o sem avisar em sua casa, nem mesmo dizer uma palavra a ninguém.
Tendo entrado no deserto e como a noite se aproximasse, João fez um monte de areia como travesseiro, marcou-o com o sinal da cruz e disse a Paésia que se deitasse. Foi em seguida mais adiante para dormir também, após ter orado. Mas, despertando-se à meia-noite, viu um raio de luz que descia do céu sobre Paésia e que servia de caminho a vários anjos que transportavam sua alma ao céu. Surpreendido com esta visão, foi ter com Paésia, e com o pé tocou-a para ver se estava morta e percebeu que entregara sua alma a Deus. Ao mesmo tempo ouviu uma voz miraculosa que lhe disse: Sua penitência de uma hora foi mais agradável a Deus do que a de outros durante muito tempo, porque não a fazem com tanto fervor quanto ela.’
Muitas vezes Irmã Teresa fizera-me notar que a justiça de Nosso Senhor contenta-se com bem pouca coisa, quando o motivo é o amor e que então ele diminui, além de toda a medida, a pena temporal devida ao pecado, pois ele é só doçura.
‘Fiz a experiência, confiou-me, de que após uma infidelidade mesmo leve, a alma deve sofrer durante algum tempo, um certo mal-estar’. Digo-me então: ‘É o tributo de tua falta, filhinha, e suporto pacientemente que a dívidazinha seja paga.’
Mas em sua esperança, nisso se limitava, a satisfação reclamada pela justiça para os que são humildes e abandonam-se a Deus com amor. Não via abrir-se para eles a porta do purgatório, pensando antes que o Pai dos céus, correspondendo à sua confiança, por uma graça de luz na hora da morte, faria nascer nessas almas, à vista de sua miséria, um sentimento de contrição perfeita que apagaria toda a dívida.


quinta-feira, 13 de setembro de 2012


Filme: VOZES DO CÉU 8 - APARIÇÕES DE NOSSA SENHORA EM MONTICHIARI - ITÁLIA À PIERINA GILLI

 
18433 
   

Visão do Inferno segundo o Diário de Santa Faustina

 
14319 
   

Papa João Paulo 2 é desenterrado

 
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